Banco Mundial promete "concessionalidade" na reestruturação da dívida

A China, o maior credor bilateral do mundo, exigiu que os credores globais reduzissem o valor dos empréstimos concedidos a nações em desenvolvimento prejudicadas pelo conflito Rússia-Ucrânia e pela pandemia de COVID-19.
Enquanto isso, os Estados Unidos criticaram repetidamente a China por "atrasar os pés" no alívio da dívida de dezenas de países de baixa e média renda.
Na Mesa Redonda da Dívida Soberana Global em Bengaluru, Índia, à margem da cúpula dos líderes financeiros do G20, David Malpass afirmou: "O Banco Mundial está comprometido em fornecer fluxos líquidos positivos de maneira a maximizar a concessionalidade no processo de reestruturação".
"Faremos o máximo possível de concessões ao tratamento da dívida."
O termo "ecossistema" refere-se a um grupo de pessoas que trabalham na indústria da construção.
No início deste mês, a Reuters informou que a Índia, atual presidente do grupo G20, está elaborando uma proposta para os países do G20 ajudarem os países devedores, pedindo aos credores que reduzam significativamente os empréstimos.
O ministro das Finanças da China, Liu Kun, disse aos líderes financeiros do G20 na sexta-feira que as instituições financeiras internacionais e os credores comerciais devem aderir ao princípio de "ação conjunta, ônus equitativo" nas liquidações de dívidas.
Aviso de risco: A negociação de instrumentos financeiros envolve riscos significativos e pode resultar na perda do capital investido. Certifique-se de compreender totalmente os riscos e procure orientação profissional independente se necessário. Este artigo não constitui conselho de investimento ou recomendação de trading. O desempenho passado não indica resultados futuros.
Desconto de bônus para auxiliar os investidores a se desenvolverem no mundo das negociações!